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Histórico

 

Fundação do Colégio Santo Agostinho

 

Um país é uma construção comum e desse trabalho participam grupos numerosos e variados. Os agostinianos orgulham-se, cada vez mais, de participarem desse trabalho contínuo de elaboração de um país, como o Brasil. Esse trabalho vem de longe, do ano de 1663, no qual diz a História, terem chegado a Pernambuco e à Bahia, provenientes de Portugal, os primeiros padres agostinianos recoletos; deles ficaram muitas obras, de igrejas a livros, destacando-se o célebre autor do poema Caramuru, Frei José de Santa Rita Durão, que já dava mostras de atenção pelo país que habitava, misturando forma clássica a uma temática indianista. A contínua chegada de religiosos, provenientes predominantemente da Espanha a partir de 1899, permitiu a ocupação de maiores espaços - São Paulo,Minas Gerais, Espírito Santo, Pará e Rio de Janeiro. No Leblon, a partir do ano de 1931, deram mostras de sua presença com a construção da Igreja de Santa Mônica, não a de moldes atuais, de arquitetura moderna e arrojada, mas traçada segundo modelos então dominantes.

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Ao lado da Igreja, treze anos depois, começam a transformar o mosteiro das Irmãs Clarissas em Colégio, inaugurando o Externato Santo Agostinho em 1 de março de 1946, sendo seu primeiro diretor, Frei Angel Gorestidi, apesar de já funcionar, mesmo em estado provisório, em algumas das salas já prontas, um curso de alfabetização para porteiros, empregadas domésticas e operários da construção civil - é o nosso até hoje existente Curso Supletivo.


    

Em 1947, o Externato Santo Agostinho passa a chamar-se Ginásio Santo Agostinho, já agora dirigido por Frei Gastão Jacinto Gomes, auxiliado, entre outros, pelos freis Gregorio Erce e Antonio Garciandía. No ano seguinte, Frei Isidro González assume a direção e, nesse mesmo ano, é composto por Heitor Villa-Lobos o hino oficial do Colégio Santo Agostinho, o que sempre foi motivo de honra e orgulho de nossa comunidade.


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Em 1951 é nomeado diretor Frei Valentín Rejón Sánchez, que deixou obra ainda hoje lembrada por inúmeros ex-alunos, modificando-se o nome do colégio uma vez mais, nesta oportunidade para o seu nome atual, Colégio Santo Agostinho. Oito anos depois assume a direção Frei Fermín González e ocorrem grandes mudanças: cria-se a Associação de Pais e Mestres.


Em 1969, inicia-se a construção do prédio moderno.

 

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Inaugurado em 1972, com as bênçãos do Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Eugênio Sales. Nesse mesmo ano, assume a direção Frei Juán Manuel Pérez Melcón, que realizou uma série de obras ainda presentes em nossos dias: o jornal A ÁGUIA, a reativação do Grêmio Estudantil, o início dos cursos vestibulares no próprio Colégio, a expansão de serviços gráficos, o jornal estudantil Corrente Alternativa, o festival de música Semente etc.; paralelamente, Frei Vicente Díez Melcón reúne e dirige um grupo de jovens - o MOGLI - Movimento de Gente Líder -, destinado à ampliação do conhecimento da fé cristã e de maior ação social. A ação desse grupo permitiu a realização do Iº Encontro da Família - ENFA. Assim, Pais - ENFA - e filhos - MOGLI - crescem juntos na fé cristã e se comprometem em ações concretas de ajuda a pessoas carentes, através dos grupos de costura - as samaritanas - e da Policlínica Santa Mônica, atuantes até o dia de hoje.


Em 1976 foi comprado um terreno no Condomínio Novo Leblon.


Em 1979, começa a funcionar na Barra o Colégio Santo Agostinho do Novo Leblon, um motivo a mais de orgulho na história da ordem Agostiniana no Brasil. Seu primeiro diretor foi o ex-diretor do Colégio Santo Agostinho (Leblon), Frei Fermín González, mostrando desde o início os fortes laços que unem as duas comunidades.


Em 1982, o mesmo Cardeal-Arcebispo D.Eugênio Sales dá as bênçãos ao Novo Leblon, agora com as obras já terminadas, pelo menos até 1994, ano em que sofre maiores ampliações.

    

Em 1986, o Colégio Santo Agostinho (Leblon) introduz o ensino da Informática, com cursos para alunos e professores, sendo hoje disciplina constante do currículo obrigatório. No ano de 1990 chega ao Colégio Frei Carlos, hoje encarregado do Setor de Disciplina e, naquele momento, de continuar o trabalho de Pastoral com os alunos da manhã.


Em 1994, Frei João transfere-se para o Colégio Santo Agostinho do Novo Leblon, sendo nomeado diretor Frei Vicente Díez Melcón. Novas ampliações se realizam, buscando adequar o Colégio a uma nova sociedade, entre elas a instalação de ar condicionado em todas as dependências do Colégio.


 

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Chega-se, assim, a 1996, com novas pessoas, novos alunos e alguns novos professores, novas instalações, mas sempre as antigas idéias, expressas de forma reduzida no brasão do Colégio, "Caritas et Scientia".